21
out

Recaída ao uso de drogas é alvo de pesquisa de neurocientistas

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Recaída ao uso de drogas é alvo de pesquisa de neurocientistas

Em busca de tratamentos mais eficazes contra a dependência, cientistas do National Institute on Drug Abuse (Nida/NIH), dos Estados Unidos, têm se dedicado a criar métodos para identificar e estudar pequenos grupos de neurônios relacionados com a sensação de fissura por drogas.

O grupo coordenado por Bruce Hope conta com o brasileiro Fábio Cardoso Cruz, ex-bolsista de mestrado e de pós-doutorado da FAPESP que acaba de publicar um artigo sobre o tema na revista Nature Reviews Neuroscience.

“Nossa linha de pesquisa se baseia no pressuposto de que a dependência é um comportamento de aprendizado associativo. Quando um indivíduo começa a usar uma determinada substância, seu encéfalo associa o efeito da droga com o local em que ela está sendo consumida, as pessoas em volta e a parafernália envolvida, como seringas, por exemplo. Com o uso repetido, essa associação fica cada vez mais forte, até que a simples exposição ao ambiente, às pessoas ou aos objetos já desperta no dependente a fissura pela droga”, afirmou Cruz.

Evidências da literatura científica sugerem que essa memória associativa relacionada ao uso da droga com os elementos ambientais seria armazenada em pequenos grupos de neurônios localizados em diferentes regiões do encéfalo e interligados entre si – conhecidos em inglês como neuronal ensembles.

“Quando o dependente depara com algo que o faz lembrar da droga, esses pequenos grupos neuronais são ativados simultaneamente e, dessa forma, a memória do efeito da droga no organismo vem à tona, fazendo com que o indivíduo sinta um desejo compulsivo pela droga que é capaz de controlar o comportamento e fazer com que o dependente em abstinência tenha uma recaída mesmo estando ciente de possíveis consequências negativas, como perda do emprego, da família ou problemas de saúde”, disse Cruz.

Por meio de experimentos feitos com animais, os pesquisadores do Nida mostraram que apenas 4% dos neurônios do sistema mesocorticolímbico são ativados nesses casos de recaída induzida pelo ambiente. “São vários pequenos grupos localizados em regiões do cérebro relacionadas com as sensações de prazer, como córtex pré-frontal, núcleo accumbens, hipocampo, amígdala e tálamo”, contou.

Segundo Cruz, a maioria dos trabalhos que buscam entender a neurobiologia da dependência e descobrir possíveis alterações moleculares relacionadas com comportamentos que levam à recaída avalia todo o conjunto de neurônios presente em amostras de tecidos cerebrais em vez de focar apenas nesses pequenos grupos.

“Acreditamos que uma alteração realmente significativa pode ser mascarada por mudanças nesses outros 96% dos neurônios não relacionados com a recaída. Por isso buscamos metodologias para estudar especificamente esses 4%”, explicou.

Uma das estratégias descritas no artigo publicado na Nature Reviews Neuroscience faz uso de uma linhagem de ratos transgênicos conhecida como lacZ. Os animais são modificados para expressar a enzima ?-galactosidase apenas nos neurônios ativos.

“Nós colocamos o animal em uma caixa e o ensinamos a bater em uma barra para receber cocaína. Depois de um tempo, movemos o animal para uma caixa diferente, na qual ele não recebe a droga quando bate na barra. Chega uma hora em que o animal para de bater na barra. É como se estivesse em abstinência. Mas quando o colocamos de volta na primeira caixa, ou seja, no ambiente que ele foi treinado a receber a droga, ele imediatamente volta a bater na barra à procura da droga”, contou Cruz.

Nesse momento, os pequenos grupos neuronais são ativados no rato pelos elementos do ambiente. Os pesquisadores administram então uma substância chamada Daun02, que interage com a enzima ?-galactosidase e se transforma em um fármaco ativo chamado daunorubicina, que provoca a morte desses neurônios ativos.

“Esperamos cerca de dois dias para o fármaco concluir seu efeito e, quando colocamos novamente o animal no ambiente associado à administração da droga, ele não apresenta mais o mesmo comportamento de busca da substância. É como se a fissura tivesse sido apagada após a morte desse pequeno grupo de neurônios relacionado com esse comportamento de recaída”, contou Cruz.

Outra técnica descrita no artigo também faz uso de animais transgênicos capazes de expressar uma proteína fluorescente apenas nas células ativadas. “Com auxílio da citometria de fluxo, conseguimos isolar apenas essas células que ficam fluorescentes e então procuramos por possíveis alterações moleculares. Podem ser alterações estruturais, como aumento no número de espinhos dendríticos, o que aumenta a interação sináptica e deixa o neurônio mais sensível. Podem ser proteínas intracelulares que também aumentam a atividade desses neurônios”, explicou.

Uma vez identificadas essas alterações, acrescentou Cruz, elas vão se tornar alvos para o desenvolvimento de fármacos capazes de tratar de forma mais eficiente a dependência. “Não existe hoje um medicamento realmente eficaz, tanto que cerca de 70% dos usuários de cocaína sofrem recaída após um período de abstinência. No caso do álcool, o número é maior que 80%”, afirmou.

Fonte:  Agência Fapesp

21
out

A vontade de Deus hoje

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“Esta decisão exige uma continuada aceitação, uma fé crescente, e um compromisso diário com a recuperação.”

Por vezes vivemos realmente o Terceiro Passo – e é fantástico! Não nos arrependemos do passado, não receamos o futuro, e estamos de uma maneira geral satisfeitos com o presente. No entanto, perdemos por vezes de vista a vontade de Deus na nossa vida. Muitos de nós sonham em apagar os erros do passado, mas o passado não pode ser apagado. Muitos de nós estão gratos por isso, pois foram as nossas experiências passadas que nos trouxeram até à recuperação que gozamos hoje. Ao praticarmos o programa, podemos aprender a aceitar o passado e reconciliarmo-nos com ele fazendo reparações dos nossos erros. Esses mesmos Doze Passos podem ajudar-nos a eliminar as nossas preocupações em relação ao futuro. Quando praticamos os princípios de NA numa base diária, em todas as nossas atividades, podemos deixar o resultado com o nosso Poder Superior. Parece até que os membros com mais fé são aqueles que melhor conseguem viver o momento presente. Alegria, reconhecimento e gratidão pela nossa qualidade de vida – estes são resultado de fé na própria vida. Quando praticamos os princípios do nosso programa, o único dia de que precisamos é o dia de hoje.

16
out

Superação: conheça a história da presidiária, condenada a 13 anos por tráfico, que virou cantora

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Ela quer usar o dom da voz para reconstruir a vida e conquistar um futuro melhor

Exemplo de vida: a presidiária que virou cantora

Condenada a 13 anos por ter se envolvido duas vezes com o tráfico de drogas, agora a jovem Danila Dands, de 26 anos, tenta reconstruir a vida de uma forma diferente: ela quer usar o dom da voz para cantar e conquistar um futuro melhor.

Danila contou que nasceu no presídio da Papuda e foi obrigada pelo destino a se envolver com a vida criminosa. Agora, ela só pensa em aproveitar a liberdade e nunca mais voltar para a cadeia.

— Quando nasci, meus pais estavam presos. Minha família toda em Brasília, naquela época, tinha envolvimento com o tráfico de drogas. Eles conheciam e se envolviam com pessoas perigosas, que cometiam crimes, e eu fui nesse embalo.

Durante quase seis anos, tempo em que a jovem cantora ficou presa, diversos momentos de medo e dúvidas surgiram na cela onde passou pelos momentos mais difíceis da vida.

— Eu tinha medo de alguma coisa ruim acontecer comigo. De brigar com alguém, ter que ir para o isolamento. Aquele medo me consumia, eu pensava que nunca mais ia acabar essa fase ruim.

Porém, o medo dela acabou na manhã deste sábado (9). Depois de cumprir seis anos de prisão em regime fechado no presídio feminino de Brasília, conhecido como Colméia, ela recebeu a notícia de que foi beneficiada pelo “pacote completo”.

— Tenho direito ao saidão, saídas temporárias, posso ir para rua, dormir em casa. Agora tenho a chance de recomeçar, porque minha pena é aparecer de dois em dois meses para assinar um documento.

Tudo isso começou quando Danila participou do Concurso Miss Penitenciária. Ela não quis usar os olhos verdes, nem o sorriso para encantar os jurados na passarela. Preferiu soltar a voz e mostrar o que sabe fazer de melhor: cantar.

— Eu vi o concurso e falei que queria participar. Queria cantar, subir no palco como cantora. Eu fiz uma música para todas as Misses Penitenciárias.

Quem a descobriu foi o produtor musical Christian Oliveira. Ao perceber o talento e o dom que Danila tem com a voz, como cantora, ele decidiu incluí-la em um projeto social da Secretaria de Direitos Humanos do Distrito Federal.

— Quando ela subiu no palco e cantou, eu pensei: é essa a garota. Vamos gravar! É um talento enorme e só faltava a oportunidade.

Danila teve quatro filhos, sendo que um deles foi dentro da cadeia. Para superar a dor, sempre que possível ela assistia televisão e cantava. Agora, com a possibilidade de ser livre novamente, ela diz que o desafio é outro: reaprender a andar por Brasília.

— Eu não sei mais andar aqui. Fiquei sabendo que os ônibus mudaram e muita coisa mudou. Na minha época era bem diferente.

Para a estudante Lorrane Alves essa é uma história de superação e um exemplo que deve ser seguido por todos, pois mostra uma vida que ninguém quer ter.

— A gente pode sim ter um caminho maravilhoso. Drogas? Tô fora!

E os próximos desejos e desafios? Danila ainda não parou para pensar, mas deixa a música falar.

— É uma sensação indescritível, porque estou acostumada a viver de mãos para trás, com cabeça baixa. Nem acredito que hoje estou aqui podendo contar minha história e viver minha liberdade.

Fonte: r7.com

11
out

Meditação do Dia – SEXTA, 11 DE OUTUBRO DE 2013 – Óculos e atitudes

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“Foram as nossas melhores ideias que nos meteram em problemas.(…) A recuperação é uma mudança ativa nas nossas ideias e atitudes.”

Na adição ativa o mundo provavelmente parecia um sítio horrível. O uso ajudou-nos a tolerar o mundo que nós víamos. Hoje, contudo, compreendemos que o estado do mundo não era bem o problema. Eram as nossas ideias e atitudes acerca do mundo que nos impossibilitavam de encontrar nele um local confortável. As nossas atitudes e as nossas ideias são os óculos através dos quais vemos as nossas vidas. Se os nossos “óculos” estiverem sujos ou embaciados, as nossas vidas irão parecer tristes. Se as nossas atitudes não estiverem bem focadas, o mundo inteiro irá parecer distorcido. Para vermos o mundo com clareza, precisamos de manter as nossas atitudes e ideias limpas, livres de coisas como o ressentimento, a negação, a autopiedade, ou a mente fechada. Para assegurarmos que a nossa visão da vida está focada, precisamos de alinhar as nossas ideias com a realidade. Na adicção os nossos melhores pensamentos impediam que víssemos com clareza tanto o mundo como o nosso lugar nele. A recuperação serve para corrigir as dioptrias nos nossos óculos. Ao retirar a nossa negação e substitui-la por fé, honestidade própria, humildade, e responsabilidade, os passos ajudam-nos a ver a vida de uma forma inteiramente nova. Depois os passos ajudam-nos a manter as nossas lentes espirituais limpas, encorajando-nos a examinar regularmente as nossas ideias, as nossas atitudes, e as nossas ações. Hoje, através das lentes limpas da fé e da recuperação, o mundo parece um lugar acolhedor e convidativo para se viver.

11
out

Só por hoje

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Só por hoje

“Só por hoje tentarei viver somente este dia,
e não tentarei solucionar todos os meus problemas de uma vez.
Posso fazer alguma coisa por doze horas que me assustaria
se eu achasse que tivesse que continuar a fazê-la pelo resto da vida.”

10
out

Meditação do Dia – QUINTA, 10 DE OUTUBRO DE 2013 – Consequências

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“Antes de deixarmos as drogas, quase todas as nossas ações eram guiadas por impulsos. Hoje não estamos presos a esse tipo de pensamento.”

Já alguma vez te sentiste tentado a fazer uma coisa mesmo sabendo que os resultados seriam desastrosos?
Alguma vez pensaste sobre o quanto iria magoar-te fazer aquilo que te sentias tentado a fazer, e mesmo assim fazias?

Diz-se que toda a ação tem consequências. Antes de ficarmos limpos, muitos de nós simplesmente não acreditavam nisso. Mas, agora sabemos exatamente o que isso quer dizer. Quando agimos, sabemos que haverá consequências a pagar. Não podemos mais decidir fazer algo em ignorância, quando sabemos muito bem que não iremos gostar do preço que teremos de pagar. Há um prêmio e há um preço. Não há mal em agirmos apesar das consequências, se estivermos dispostos a pagar o preço, mas há sempre um a pagar.

10
out

Espere passar

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Espere passar

“Espere passar.
A tormenta dos problemas e complicações vem destruidora.
Você está sendo levado a posições que não imaginava defrontar.
Mas, aguarde. As situações se modificam e se acomodam. Acabam passando. Quando menos você esperar, tudo surge diferente.
Controle-se. Espere com paciência. Resista. Quando chegar de novo a tranqüilidade, você gostará de ter demonstrado a sua força.
É maior a alegria nascida da vitória sobre si mesmo.”

Mensagem nº 181 do livro “Sementes de Felicidade”, de Lourival Lopes

09
out

“Drogas: História de Superação”

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Escritor americano fala como é a luta diária contra as drogas

“Drogas: História de Superação”

Largar o vício não é nada fácil, é uma luta diária: “Sobrevivi mais um dia sem drogas. É dessa maneira que funciona a vida de um ex-usuário”, foi assim que Dennis Watlington, escritor americano premiado com o Emmy Award, iniciou o Seminário Internacional “Drogas – História de Superação”, realizado na manhã da última segunda-feira, 11, na Câmara Municipal de São Paulo.

Durante a palestra o escritor deixou claro que para ter a superação diante do vício é necessário ter uma parceria entre aqueles que legislam e os que querem se recuperar. “Conseguimos vencer contra as drogas somente com uma boa equipe trabalhando e amando uns aos outros”.

Watlington contou do drama vivido desde os 12 anos quando começou a usar heroína e depois crack. O autor chegou a ser preso por 450 crimes e hospitalizado durante três meses, quando contraiu hepatite, e diante dessa situação decidiu largar o vício.

Durante o debate, quatro ex-usuários de drogas da cidade de São Paulo e que tiveram passagens pelo Centro de Referência Álcool, Tabaco e Outras Drogas (CRATOD) relataram como enfrentaram a questão do vício. Devair, ex-alcóolatra, refletiu: “O homem não morre quando deixa de existir e sim quando deixa de sonhar. Eu acreditei e por isso alcancei meus objetivos”.

Por ser um trabalho árduo e complexo, Watlington deixou claro que não existe solução mágica, e sim a necessidade de lutar em conjunto para o usuário não ter recaída. “Precisamos ter uma mão firme e não apoiar o comportamento do drogado, e sim ajudá-lo quando chegar ao fundo do poço e reconhecer que realmente está pronto pra largar o vício”.

Foi exatamente nessa situação que Faiçal procurou ajuda no CRATOD. O depoente contou que antes de procurar o Centro, demorou muito tempo para encontrar o que realmente precisava: a força de vontade. “Somente quando a encontrei, tive a iniciativa de reunir o meu desejo de vencer com a ajuda dele.”

O coordenador de Atenção às Drogas (CDR) afirma que existem 500 pessoas em tratamento em centros de recolhimento em São Paulo e a tendência é aumentar o atendimento, em prol dos viciados.

Fonte: Blog “Participação e Parceria” – Prefeitura de São Paulo

08
out

Não despreze o valor do sorriso

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Não despreze o valor do sorriso

“Não despreze o valor do sorriso.
O sorriso agrada a quem sorri e a quem é endereçado.
Sorria com sinceridade.
O sorriso franco e espontâneo contagia e cria as condições para o diálogo amigo. Desperta a atenção. Faz brotar amizades sinceras.
Se não puder sorrir, mantenha o semblante calmo. Sorrir falso gera antipatias e perturba os outros. Rebaixa você.
Os olhos também sorriem.
Um sorriso aberto e sincero vale mais do que mil palavras.”

Mensagem nº 28 do livro Sementes de Felicidade, de Lourival Lopes

08
out

A história do ferreiro

Publicado em Reflexão Diária

REFLEXÃO DIÁRIA: 08 DE OUTUBRO DE 2013

A história do ferreiro

Na cidade onde eu nasci, havia um ferreiro. Todo mundo o conhecia por seu egoísmo e exageros nas festas e bebedeiras. Até que um dia resolveu mudar de vida. Começou a trabalhar duro e ajudar as pessoas. Mostrava-se caridoso e prestativo. O estranho é que, mesmo com toda a bondade que demonstrava, sua vida não ia bem. Os problemas aumentavam, as dívidas cresciam e assim por diante.

Certo dia, um de seus amigos foi visitá-lo. Durante a conversa, ele comentou:
– Que coisa estranha a sua vida. Justamente depois de você ter se tornado um homem bom, as coisas pioraram. Apesar de tudo o que você tem feito, parece que você está indo para trás.

O ferreiro permaneceu em silêncio. Na verdade, já havia pensado sobre isso diversas vezes, sem entender a razão. Depois de alguns instantes, disse ao amigo:
– Aqui na minha oficina eu recebo o ferro bruto e o transformo em facões. Você sabe como isso é possível? Primeiro eu preciso aquecer o ferro num fogo muito alto, até que fique bem vermelho. Depois é preciso bater com muita força até que fique no formato que eu quero. Aí eu pego o ferro e mergulho em água fria. O vapor e os estalos tomam conta de toda a ferraria. Repito esse processo várias vezes, até conseguir o fio perfeito para a Lâmina. Uma vez só não é suficiente.

Mais um tempo de silêncio e o ferreiro continuou:
– Às vezes o ferro que eu tenho não resiste a esse processo. O calor, as marteladas e a água fria acabam deixando muitas rachaduras na lâmina. Esse ferro jamais se tornará um grande facão. Deixo-o de lado. Talvez o use apenas para alguma coisa de pouca utilidade.
O amigo estava mergulhado em seus pensamentos, a fim de descobrir aonde o ferreiro queria chegar.

Ele, então, completou:
– Sei que o tempo está me colocando no fogo das aflições. Estou aceitando as marteladas que a vida me dá e a frieza da água que me deixa em choque. A única coisa que quero é resistir até que consiga tomar a forma perfeita. Até ser um homem virtuoso. Não quero ficar de lado, abandonado por Deus, sem ter utilidade.

Para refletir

Ao longo de nossa vida, passamos por diversas fases. Algumas boas, outras nem tanto. Algumas nos deixam orgulhosos; outras, gostaríamos que jamais tivessem acontecido. O importante, no entanto, é ter consciência das nossas necessidades. Enfrentamos muitas provações, mas devemos resistir e sair de cada situação com uma lição de vida. Ter uma vida virtuosa só depende de nós. Ela é exigente, mas é também muito recompensadora e gratificante. A alegria ao superar um obstáculo, ao fazer uma boa ação, ao ajudar alguém, ao ver que sua vida tem sentido e que você pode realizar muitas coisas supera qualquer dificuldade. Seja sempre humilde e perseverante.

Quais as mudanças que você sente serem necessárias na sua vida a fim de ser mais virtuoso? Como você enfrenta os desafios que a vida lhe oferece? Você é forte como o ferro bom ou demonstra algumas rachaduras? Quais as marteladas que já recebeu na vida? Pensando em seus problemas e dificuldades, o que a água fria simboliza? Qual o seu objetivo de vida?

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Olá! Problemas com drogas ou álcool? Vamos lhe ajudar!
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